drop art, c. 1962

Seguem alguns trechos dos depoimentos de Clark Richert e Gene Bernofsky a Mark Matthews, publicados no livro-reportagem Droppers: America's First Hippie Community. Richert e Bernofsky, artistas e personagens da contracultura norte-americana, foram alguns dos criadores de Drop City, considerada a primeira de várias comunidades hippies alternativas que se instalariam no Sudoeste estadunidense ao longo dos anos 1960 e 70.

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pedagogia da esperança e os olhos para o gato

Em Pedagogia da esperança, Paulo Freire recorda ideias e episódios que lhe ocorreram ao longo de sua trajetória. Recorda-se, em certo momento, de uma interessante história sobre criatividade, liberdade, coerção e desestímulo: […] Claudius Ceccon, o notável cartunista brasileiro, residente, então, em Genebra, me contou o seguinte caso, ocorrido com Flávio, seu filho. Um dia… Continue lendo pedagogia da esperança e os olhos para o gato

filosofia da paisagem: arte, ciência, religião

No contexto do grupo de pesquisa Paisagem, Cultura e Participação Social do Núcleo de Estudos da Paisagem (FAUUSP), li recentemente o texto Filosofia da paisagem, escrito por Georg Simmel em 1913. Era-me algo completamente inédito: eu conhecia Simmel apenas e grosseiramente como um dos pais da sociologia urbana, sobretudo por conta de seus textos sobre… Continue lendo filosofia da paisagem: arte, ciência, religião

william morris, anthony ward

Comentários do pesquisador britânico Anthony Ward sobre William Morris. O grifo é meu. William Morris and Class Suicide William Morris, the nineteenth-century British designer who wrote about the symbiosis of power and aesthetics, politics and art, was a formidable design theorist whose struggle over the ideology of the aesthetic has been denied. We know Morris… Continue lendo william morris, anthony ward

materialidade, cesare brandi

Manfredo Tafuri, em seu Teorie e storia dell'architettura (1968), chegou a acusar Cesare Brandi, o famoso estudioso italiano do campo da Preservação e Patrimônio, de promover um "neoidealismo metafísico e mistificador". A colocação de Tafuri é interessante: ela provoca o campo da Preservação, tradicionalmente avesso a um contato mais intenso — e portanto mais revelador… Continue lendo materialidade, cesare brandi

aura e mercadoria

O valor da aura de uma obra em meio à atual configuração da cultura de massas é tão maior quanto mais exclusiva seja a experiência que ela proporcione. Ganha em valor de troca à medida em que esta exclusividade receba mais evidência e circulação. Em "Archives of modern art" — quinto capítulo do livro Design… Continue lendo aura e mercadoria

paulo freire: ontologicamente esperançoso

Trecho instigante da Pedagogia da autonomia. Continuemos a pensar um pouco sobre a inconclusão do ser que se sabe inconcluso, não a inconclusão pura, em si, do ser que, no suporte, não se tornou capaz de reconhecer-se interminado. A consciência do mundo e a consciência de si como ser inacabado necessariamente inscrevem o ser consciente… Continue lendo paulo freire: ontologicamente esperançoso

repostagem: arte mercadoria

Texto originalmente publicado no dia 19 de abril de 2009 em http://stoa.usp.br/gaf/weblog/47980.html — O trecho que segue foi extraído do livro Arquitetura e trabalho livre, antologia de textos de Sérgio Ferro organizados por Pedro Arantes. Você vende seus quadros? Vendo em galeria, como todo mundo. É um engodo, acho, pretender que a arte não seja… Continue lendo repostagem: arte mercadoria